Animismo, Hinduísmo, Confucionismo e Religiões Orientais

Durante minha pesquisa, fui gradualmente ficando ciente de que este homem rejeitava a Bíblia e “a sabedoria de Deus, que está acima de tudo”. Ele seguiu a sabedoria “terrena, animal e diabólica...” (Tiago 3:15-17). Depois encontrei uma citação que revela a sua visão sobre Cristo. Hahnemann se escandalizava com a vida de Cristo. Ele zombava de Jesus Cristo, chamando-O “o arqui-entusiasta”. Seus biógrafos escrevem:

“Ele se escandalizava com o arqui-entusiasta Jesus de Nazaré, o qual não soube conduzir o iluminado pelo reto caminho da sabedoria, preferindo lutar contra os publicanos e pecadores, numa difícil trilha rumo ao estabelecimento do reino de Deus... O homem de dores, que tomou sobre ele as trevas do mundo, Ele próprio foi um escândalo para o amante da etérica  (altamente refinada, celestial) sabedoria” [Hahnemann].

Como é possível um cristão seguir os “inspirados” ensinos de um refutador de Cristo, como C. F. Samuel Hahnemann? Em alguns casos isso se deve à ignorância, em outros, porque Satanás cegou sua mente. Vamos em frente.

Conforme Martin Gumpert, Hahnemann foi influenciado pelo animismo (9). Ele também aderiu às religiões orientais. Uma biografia revela: “Ele é fortemente atraído ao Oriente. Confúcio é o seu negócio” (10). Isso fica bem documentado por uma carta escrita por Hahnemann:

“Neste [Confúcio] é onde você pode ler a sabedoria divina sem mitos de milagres e superstição [ele quer dizer a narrativa cristã]. Vejo ser um importante sinal do nosso tempo que Confúcio esteja agora disponível para o lermos. Logo mais, irei abraçar, no reino dos espíritos abençoados, esse benfeitor da humanidade, o qual nos mostrou a trilha para a sabedoria e para Deus, já 650 anos antes do arqui-entusiasta” (11).

Não é menos admirável que Samuel Pfeifer  diga: “A reverência pelo pensamento oriental não era apenas o hobby pessoal de Hahnemann, mas a filosofia fundamental por trás dos remédios homeopáticos”  (12). Num excelente livro cristão publicado na Irlanda do Norte, H. J. Bopp conclui, após ter lido Hahnemann e outros escritos homeopáticos que:

“[...] o vocabulário é esotérico e as idéias são impregnadas de filosofias orientais, como  o Hinduísmo. A tendência do panteísmo é colocar Deus em tudo: em cada homem, em cada animal, em cada planta, flor, célula,  e até mesmo na medicina homeopática”  (13).

A Doutrina da “Força Vital” - Mesmo que devêssemos excluir todas as influências supra citadas, as quais fazem parte da homeopatia (o que não seria possível), ainda existe um problema por demais importante. É a doutrina que sublinha o tratamento homeopático. Essa é a doutrina da ”força vital”. Ela foi mencionada numa citação de Hahnemann sobre o mesmerismo. Mas o que ela  realmente significa?

“O que Hahnemann ensinou foi que energias místicas estavam tanto na base  da natureza humana como na dos próprios medicamentos e, portanto, na exata base da criação.  Daí por que muitos comentaristas, tanto os críticos como os que o apóiam,  ensinam que Hahnemann estava se referindo à energia espiritual novaerense  ou cósmica, quando falava d e sua ‘força vital’” (14).

Quem conhece a filosofia novaerense e ocultista, vai perceber que é o panteísmo que aqui está em foco, ou seja, a crença de que a divindade, ou força da vida, é inseparável de quem é imanente em tudo. O destacado homeopata Herbert Robert coloca o assunto deste modo, relacionando a força vital da homeopatia com uma divindade panteísta, em sua obra “Art and Cure by Homeopathy”. Ele diz que a “força vital da homeopatia era uma parte da energia se movendo, ativamente, no universo”, como sendo “passada à frente em todas as formas e graus de criaturas vivas” e como permeando o universo:

“Ora, se esta força, se esta energia atua e permeia todas as formas e graus da vida, do mais humilde e sem importância até todos os planetas, podemos assumir razoavelmente que a força vital é a mais fundamental de todas as condições do universo e que as leis governando a força vital no indivíduo estão correlacionas às leis que governam toda a força vital, todas as formas de energia, onde quer que sejam expressadas. [...] Esta energia [...] é responsável por todo o crescimento, em todas as esferas da existência”  (15).

Daisie e Michael Radner vêem a conexão entre a homeopatia e os campos de energia ocultista.

Como a medicina chinesa, a homeopatia coloca (e de fato assume) um campo de energia e força vital. A doença é uma desordem no campo da energia do corpo e o caminho para a cura é no sentido de manipular esse campo.  O campo de energia do medicamento estimula o próprio fluido do corpo a induzir a cura. Exatamente como na medicina chinesa, mantém-se que os campos de energia se assemelham  àqueles dos físicos modernos. Novamente, o princípio citado é o intercâmbio de matéria e energia. (16).

Então, pode ser alguém curado pela homeopatia? “O poder curativo”, dizem os homeopatas “provém do poder cósmico transferido para o remédio através do ritual da potencialidade” (Organo 2:12).  “O ritual da potencialidade” é uma referência à diluição e agitação dos medicamentos homeopáticos. Isso, conforme os homeopatas, acelera e aumenta o poder do medicamento, poder esse em seguida transferido à pessoa”. De fato, “alguns homeopatas importantes têm confessado que a energia que eles afirmam manipular na cura das pessoas é indistinta da energia ocultista em geral, a qual tem passado por um ampla variedade de nomes, através da história”  (17).

O mais assustador é o fato de que um médico homeopata “Vithoulkas” revela publicamente que o verdadeiro propósito da homeopatia é “ajudar a abrir os mais elevados centros (do cérebro) para o influxo espiritual e celestial” (18).

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